WR COPIADORA & PAPELARIA
"UMA BOA IMPRESSÃO EM SUA VIDA"
segunda-feira, 21 de setembro de 2020
segunda-feira, 20 de abril de 2020
COVID - 19, ENTENDA COMO O NOVO CORONAVÍRUS AGE DENTRO DO ORGANISMO E COMO PREVENIR
Descoberto no fim do ano passado, após
registros na China, o novo coronavírus (SARS-Cov-2) propagou – se para diversos
países em um curto período de tempo. No início de março (11), a Organização
Mundial de Saúde declarou a situação como Pandemia de COVID-19, doença causada
pelo vírus. Menos de um mês depois, o número de casos confirmados em todo o
mundo já passa dos 700 mil, contabilizando mais de 34 mil mortes.
O SARs-Cov-2
faz parte da família “coronaviridae”, responsável por causar desde quadros
respiratórios leves, semelhantes a uma gripe, a casos graves com
insuficiência respiratória. Confirmando o que vem sendo divulgado massivamente
na mídia, os agravamentos acometem principalmente idosos e pessoas com doenças
crônicas, como obesidade, diabetes, hipertensão e cardiopatias.
Estudos
apontam que a transmissão ocorre por meio da absorção de gotículas liberadas
pela tosse ou espirro de uma pessoa infectada ou pelo contato com superfícies
contaminadas pelo vírus. Após o indivíduo levar a mão com gotículas à boca, ao
nariz ou aos olhos, o vírus consegue entrar no organismo: O vírus se instala
nas nossas células do fundo do nariz e da garganta ligando-se a receptores
específicos. Uma vez dentro da célula, ele passa a dar ordens, ou seja ele diz
o que deve ser feito. Então, o vírus começa a se multiplicar até que essa
célula se rompe e ele passe a infectar novas células.
A partir
desse momento, o corpo começa a manifestar as primeiras respostas inflamatórias
ao SARs-Cov-2, como dor de garganta e nariz entupido. O vírus segue por nossas
vias aéreas (tubos brônquicos), tendo os pulmões como destino. Durante o
trajeto, outros sintomas podem se manifestar: tosse, febre, mal estar, perda de
apetite. O quadro pode se agravar ainda mais com o desenvolvimento de uma pneumonia. Isso acontece porque o vírus causa uma congestão nos nossos
alvéolos, que são pequenos sacos de ar que estão localizados na extremidade
dos nossos pulmões. Eles são os responsáveis por fazer com que o oxigênio
chegue ao sangue e daí, ao resto do nosso corpo em decorrência da complicação,
o corpo pode receber menos oxigênio e o paciente ter insuficiência respiratória.
Uma média de
86% das infecções são assintomáticas. Isso significa que muitos pacientes não
apresentam indício algum de Covid-19. Por conta disso, a maioria das
transmissões, em torno de 79%, ocorrem a partir de casos assintomáticos.
Por esse aspecto, há a necessidade de se
tomar medidas de prevenção no sentido de intensificar a higiene e praticar o
distanciamento social, como forma de combater o avanço do SARs-Cov-2.
Como se prevenir do Covid-19 de
forma eficaz?
Nas últimas
semanas, o aumento no número de casos de covid-19 tem sido a principal pauta
dos veículos de comunicação e das redes sociais. Muita informação vem sendo
compartilhada sobre a doença e sobre o agente causador: o SARS-Cov-2, ou novo
coronavírus como ficou conhecido.
O vírus se prolifera através de gotículas
liberadas pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas, a transmissão pode
ocorrer tanto pela absorção dessas gotículas, quanto pelo contato com
superfícies contaminadas.
No final de
fevereiro, a Organização Mundial de Saúde divulgou que ainda não era possível
afirmar quanto tempo o novo coronavírus conseguia sobreviver no meio ambiente,
mas que poderia ser algo em torno de horas ou alguns dias. De lá pra cá, vários
estudos vêm sendo realizados em busca de uma resposta mais assertiva.
Um
estudo publicado no J. Hos. Infection, avaliou o comportamento dos outros
tipos de coronavírus. Eles podem permanecer infecciosos em superfícies em
temperatura ambiente por até 09 dias. Além disso, temperatura acima de 30ºC
diminui a sobrevivência do vírus.
Um O estudo analisou a resistência do novo
coronavírus fora do corpo humano e em materiais diferentes. O que ele verificou
foi que os aerossóis, essas gotículas de saliva, podem ficar no ar por 3 até 4
horas; em superfícies de contato de cobre 4 horas; em papelão 24 horas;
em aço de 2 a 3 dias e em plástico também por 3 dias.
Como
Prevenir?
Sobre as formas de prevenção, vários
pesquisadores apresentam as mesmas recomendações: evitar aglomerações; praticar
o distanciamento social; manter os locais de convivência arejados; usar mascaras cirúrgicas; limpar as
superfícies de contato com água sanitária, desinfetantes ou álcool a 70%; e
higienizar as mãos, de preferência, com água e sabão, álcool 70% apenas quando
não for possível lavá-las.
Muitas pessoas ainda duvidam dessa última
orientação. Algumas compraram litros de álcool por terem sido informadas,
erroneamente, que era o único produto capaz de “matar” o vírus. a higiene com
sabonete é mesmo eficaz. O vírus causador da doença COVID-19 possui uma capa de
lipídios (gordura) que pode ser removida utilizando água e sabão. Isso danifica
a estrutura do vírus, eliminando-o.
Nem todo álcool tem eficácia semelhante: Concentrações
menores não são eficazes e maiores podem causar irritação na pele. O álcool 70%
em gel ou líquido são igualmente eficazes, mas deve-se ter cuidado com a
apresentação líquida, pois ele pode ser mais inflamável.
Atenção às
refeições!
A alimentação é outra aliada na prevenção! uma
dieta balanceada contribui para o fortalecimento da imunidade: Os alimentos
contêm substâncias bioativas que podem estimular o sistema imunológico,
aumentando a resistência às bactérias e aos vírus. Quanto mais colorido, maior
é a diversidade de vitaminas e minerais.
quarta-feira, 18 de março de 2020
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Impressora 3D capaz de construir uma casa em menos de 24h
As impressoras 3D são uma realidade e têm ajudado a salvar vidas e a melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiências como você já viu aqui no BLOG. Agora, está sendo testada pela Universidade do Sul da Califórnia uma versão gigante capaz de construir uma casa inteira em menos de 24 horas.
O robô gigante foi projetado pelo professor Behrokh Khoshnevis e substitui uma parte dos trabalhadores da construção civil. A tecnologia, conhecida como Contour Crafting, poderia revolucionar a indústria da construção. Com uma proposta de redução de custos, tornaria viável a possibilidade de que milhões de pessoas de baixa renda tivessem moradias decentes, além de poder ser usada para reconstruir áreas devastadas por desastres naturais, como foi o caso das Filipinas recentemente.
A solução Contour Crafting pode rapidamente construir uma estrutura completa a partir de um projeto de computador. Ela também produz estruturas muito mais fortes do que os métodos tradicionais de construção e, enquanto o sistema ergue as paredes com concreto, trabalhadores ficam responsáveis pelo acabamento, tornando o processo muito mais rápido e eficiente.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Impressoras 3D: revolucionando para o bem
É recente a popularização da
impressão 3D, com a venda de impressoras mais acessíveis ao público, como as
fabricadas pela MakerBot.
Mas a tecnologia já tem seus bons anos: o primeiro registro de um modelo sólido
impresso data de 1981, obra do pesquisador Hideo Kodama, do Instituto de Pesquisas de
Nagoya, no Japão.
E, como acontece com grande parte das coisas, ao chegar às mãos
de mais gente, novos e criativos usos foram surgindo, em iniciativas que tem
surpreendido pela rápida solução de problemas. Em contrapartida, também
apareceram questões éticas que não existiam até então, como a impressão de
itens de uso controlado como armas de fogo, que, mesmo sendo feitas com
materiais plásticos, continuam capazes de machucar.
Imprimindo
para o bem
O
noticiário sobre impressão 3D tem trazido documentários, vídeos e matérias
daqueles que ajudam a restaurar a esperança na humanidade. São pessoas
motivadas a solucionar pequenos problemas do cotidiano usando a tecnologia de
impressão 3D, transformando completamente a vida das pessoas e até salvando
vidas.
Um dos
mais emocionantes casos do tipo é o Robohand, iniciativa que cria mãos robóticas
para quem nasceu com problemas congênitos que impediram ou mal-formaram esse
membro, ou para pessoas que tenham sofrido algum tipo de acidente.
Os
dedos todos se movem de acordo com um comando dado pelo pulso do usuário da
prótese. Caso seja dobrado para ‘fora’, os dedos se abrem; fechando o pulso
para dentro, os dedos se fecham, segurando objetos e transformando a vida de
crianças como Liam, de 5 anos, que nasceu sem os dedos da mão direita.
Com a
impressora 3D à disposição, Owen e Van As puderam experimentar o
desenvolvimento das Robohands com pouco investimento e a milhas de distância um
do outro, já que se tornou muito mais simples aprimorar as mãos robóticas e
imprimir novas peças com bastante rapidez.
Outro
grande benefício é que as crianças podem ter suas mãos consertadas com uma
velocidade incrível caso quebrem alguma peça acidentalmente, o que dá a elas a
liberdade de usar a mão robótica como bem entenderem, seja para nadar, brincar
ou correr, sem precisar temer uma possível quebra da prótese. Durante a fase de
crescimento, as mãos feitas com impressoras 3D também são simples de adaptar ao
desenvolvimento e crescimento dos pequenos: basta aumentar as falanges e
ajustar as tiras que se prendem ao pulso.
Como se melhorar a experiência
de vida de crianças e adultos que não tem as mãos não fosse incrível o
suficiente, um caso recente na medicina demonstra que ainda há muito potencial
a ser desenvolvido com as impressoras 3D.
Quando o pequeno Kaiba
Gionfriddo nasceu, sua traqueia não era capaz de se manter firme o suficiente para que o ar passasse e permitisse
sua respiração. Em busca de uma solução para salvar a vida do menino, a equipe
do hospital pediu permissão aos pais para tentar algo novo: aimpressão de um suporte que fosse customizado para o Kaiba,
imitando o caminho de sua traqueia e brônquios, ajudando-o a respirar enquanto
seu organismo se fortalecia para que a cavidade fosse mantida e permitisse a
passagem do ar.
O
procedimento foi um grande sucesso – a peça, inserida cirurgicamente no garoto,
foi desenvolvida por uma impressora 3D usando um polímero biodegradável
conhecido como ‘policaprolactona’ (PCL) , que, em cerca de três anos, se
decompõe naturalmente e é absorvido pelo corpo humano, sem a necessidade de
nova cirurgia para retirada. Em apenas 21 dias após a cirurgia, o bebê já não
precisava mais da ajuda de equipamentos para respirar.
FONTE TECNOBLOG R7
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